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Os índices de desigualdade e nas taxas de emprego e de participação laboral, especialmente das mulheres, encontram-se em níveis muito elevados. O principal fator para o agravamento desses números é a pandemia covid-19, destaca o relatório.

Um cenário econômico, social e político complexo: baixo crescimento, aumento da pobreza e crescentes tensões sociais”, disse Alicia Bárcena, secretária executiva da CEPAL, a respeito do contexto latino-americano em face da pandemia.

De acordo com o documento, como consequência da forte recessão econômica na região, que registrará uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de -7,7%, estima-se que em 2020 a taxa de pobreza extrema fosse de 12,5% e a taxa de pobreza atingiu 33,7% da população.

(A pandemia) expõe as desigualdades estruturais que caracterizam as sociedades latino-americanas e os elevados níveis de informalidade e vulnerabilidade social, bem como a injusta divisão sexual do trabalho e a organização social do cuidado, que ameaça o pleno exercício dos direitos e a autonomia dos mulheres“, acrescentou o alto funcionário da CEPAL.

Outras informações do relatório da CEPAL

A pobreza é maior nas áreas rurais, entre meninas, meninos e adolescentes; indígenas e afrodescendentes; e na população com menor nível educacional

Os governos da região adotaram 263 medidas emergenciais de proteção social em 2020, que atingiram 49,4% da população, 326 milhões de pessoas

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