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O temporal que caiu na região metropolitana do Rio de Janeiro na tarde de hoje (23) deslocou-se para o Oceano Atlântico, mas deixou bolsões de água que prejudicam os deslocamentos em diversos modais de transporte.

Vias importantes da cidade como as avenidas Brasil, Ayrton Senna e Pastor Martin Luther King Jr apresentam acúmulo de água na pista. Na zona sul, os bairros do Catete e de Botafogo também são afetados.

Na Avenida Brasil, o problema foi constatado na altura do Caju, de Benfica, Olaria e Cordovil. Já a Ayrton Senna apresenta congestionamento desde a orla até a Gardênia Azul, com um bolsão de água na altura do Shopping Via Parque.

No centro da cidade, o acúmulo de água afeta a circulação do veículo leve sobre trilhos (VLT), que chegou a ter suas três linhas paralisadas por volta das 15h. Vinte minutos depois, as linhas 1 e 3 voltaram a circular com intervalos irregulares, e a Linha 2 continuou paralisada.

Os trens da Supervia também foram afetados pela chuva, que prejudicou o sistema de sinalização no trecho entre as estações Gramacho e Central do Brasil. Os intervalos no ramal estão irregulares, segundo a concessionária.

O Aeroporto Santos Dumont, no centro da cidade, chegou a ficar fechado entre as 14h41 e as 15h01 e, desde então, está operando com ajuda de instrumentos. Um voo teve que esperar que o tempo melhorasse para poder decolar e dois aguardaram no ar para poder pousar.

No Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, também foi necessário operar por instrumentos durante uma hora. Desde as 16h, no entanto, o aeroporto já opera no visual. Por causa da chuva, dois voos que pousariam no Santos Dumont fora

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