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O Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, divulgou nota nesta segunda-feira (20) em que afirma que sugeriu ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) que analise a possibilidade de permitir a utilização de estruturas modulares temporárias, como contêineres utilizados no setor da construção civil, para separar presos em flagrante de outros detentos durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Os presos isolados seriam aqueles que apresentassem sintomas da doença e que precisassem de atendimento médico.

As estruturas provisórias poderiam ser similares a dos hospitais de campanha, com pré-moldados, barracas de campanha e até mesmo na forma de containers habitacionais climatizados, muito utilizados há vários anos na construção civil”, disse a nota divulgada após a confirmação de morte por covid-19 em presídio brasileiro.

Segundo o Depen, na próxima reunião do CNPCP, prevista para o dia 23 deste mês, o departamento vai apresentar outros projetos para evitar a contaminação de quem está preso. “A utilização somente será concretizada se houver autorização do conselho”, completa a nota.

Primeiro preso morto por coronavírus em São Paulo era hipertenso

O primeiro preso morto no estado de São Paulo por coronavírus era hipertenso e tinha 67 anos. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, a morte de José Iran Alves da Silva foi a primeira causada por coronavírus confirmada entre os privados de liberdade do sistema penitenciário do estado. Silva morreu ontem (19) na Santa Casa de Sorocaba, onde estava internado desde o dia 9.

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