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Quando se pensa que já se viu de tudo em Brasília, aparece mais uma assombração para querer assombrar a pobre população deste país. Uma notícia intrigante veio à tona, e desta vez, os personagens são bem conhecidos: Gleisi Hoffmann e Aécio Neves.

Gleise, ainda quando era senadora, apresentou uma PEC que propõem a transferência de dinheiro do orçamento federal (a que os parlamentares têm direito), para Estados e Municípios, a título de “doação“.
Por serem “doações“, não teriam necessidade de serem submetidos a fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU). Quem se responsabilizaria para supervisionar as “doações“, os próprios órgãos de controle dos Estados e Municípios, após transferência dos valores estimados para cada região.

Um cúmulo ver que esse grupo de politicos que vem se arrastando nas brechas da Lei e da Câmara podem ocasionar uma verdadeira farra, uma zombaria com o dinheiro público, principalmente nos Estados e Municípios que possuem lideranças de figuras altamente comprometida com prática de corrupção. Não se esqueçam que a ex-senadora e atual deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o ex-ministro Paulo Bernardo, marido da parlamentar petista foi denunciada pela PGR em 2017 Gleisi e o marido foram acusados por envolvimento em uma organização criminosa. Eles são suspeitos de terem cometido crimes contra a administração pública e lavagem de dinheiro em ministérios e estatais. O caso investigado pelo Supremo é conhecido como “quadrilhão do PT“.

Já o ex-senador e atual deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) é investigado em nove processos no Supremo Tribunal Federal. Dos 9 casos em que ele é réu ou investigado, 8 envolvem os crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, 6 tem relação à corrupção ativa e ainda existe menção em uma das ações para cada um dos crimes de falsidade ideológica praticada por funcionário público, gestão fraudulenta de instituição pública, cartel e fraude a licitações, obstrução à investigação de grupo criminoso e constituição e participação em organização criminosa. Em julho deste ano (2019), Aécio vira réu em SP por corrupção e tentativa de obstruir a Lava-Jato.

Mesmo com toda essa sujeirada, ambos com processos até nos cotovelos ainda querem empurrar mais uma em cima dos contribuintes. Vamos ficar de olho, essa PEC tramita de maneira tímida na Câmara dos Deputados, esperando agora o recebimento de emendas parlamentares.

Advinha quem é o relator? Aécio Neves. Absurdo!!!!

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