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Uma jovem que caminhava para a igreja com o filho no colo, foi a 15ª vítima dos confrontos ocorridos no Rio de Janeiro, desde a última sexta-feira (9), Os disparos vieram de uma operação da Polícia Militar (PM) na favela do Quarenta e Oito, em Bangu, na zona oeste carioca, para “coibir confrontos armados entre grupos rivais”, segundo a corporação. Os casos dos adolescentes Dyogo Costa, 16 anos, Gabriel Pereira Alves, 18, e Henrico de Jesus Viegas de Menezes Júnior, 20, geraram comoção e protestos nas comunidades onde eles moravam, com queima de ônibus, bloqueio de ruas e até fechamento de comércios. A Polícia Civil disse que também está apurando esse caso e que os policiais foram ouvidos da divisão de homicídios da região da Baixada Fluminense.

Outras mortes Além dos três jovens, ao menos outras oito pessoas morreram e seis ficaram feridas em operações policiais no RJ nos últimos dias, incluindo o suposto suspeito morto em Niterói na mesma ocasião em que o adolescente Dyogo foi baleado.

Seis dessas mortes aconteceram em Angra dos Reis, durante uma operação da Polícia Militar no bairro Parque Belém, na madrugada desta segunda. A corporação diz que agentes foram recebidos a tiros por cerca de 20 homens armados quando entraram em uma casa onde traficantes se reuniam. Um sétimo homem ficou ferido.

O secretário de Governo de Wilson Witzel (PSC), Cleiton Rodrigues, disse nesta quarta que lamenta “essas e todas as outras que possam acontecer” e insistiu que não há “política de enfrentamento” no Rio.

— Não há intenção da Polícia Militar em matar inocentes. As investigações serão feitas, e os culpados serão punidos. E, eu não tenho dúvidas, os culpados são os narcoterroristas — completou, afirmando que o governador já pediu à secretaria de vitimização que contate as famílias das vítimas.

O porta-voz da PM, coronel Mauro Fliess, disse também que “não existe fracasso” nas operações. 

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