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Líderes empresariais e economistas brasileiros criticaram o presidente Jair Bolsonaro como lidou com a crise do coronavírus na segunda-feira e pediram uma nova abordagem política enquanto o país luta contra o aumento de mortes por COVID-19 e hospitais lotados.

A carta, publicada em jornais e assinada por ex-presidentes de bancos centrais e alguns dos banqueiros mais ricos do Brasil, ressaltou uma revolta crescente de líderes empresariais contra o presidente de extrema direita que muitos apoiaram em sua eleição de 2018.

Sem nomear Bolsonaro, eles censuraram “a mais alta liderança política do país” por ignorar a ciência, encorajar multidões, promover tratamentos não comprovados e “flertar com o movimento antivacinas”.

Falando em evento em Brasília, Bolsonaro não mencionou a carta, mas recitou uma lista das conquistas econômicas de seu governo durante a pandemia.

Ele disse que ainda não se convenceu dos argumentos a favor das restrições do COVID-19, dizendo que elas só serviam para matar empregos e empobrecer ainda mais os pobres. Ele acrescentou que o foco do Brasil deve ser destruir o vírus e não atacar seu governo.

Uma onda de infecções tornou o Brasil o mais recente epicentro da pandemia do coronavírus, matando mais de 15.000 pessoas na semana passada e levando os hospitais de todo o país ao limite.

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