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No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o novo coronavírus como uma pandemia e com isso veio o lockdown e a ordem de fechamento de escolas, comércios, cinemas e teatro. A educadora e atriz Litta Mogoff iria estrear um espetáculo infantil educativo antes da pandemia e hoje ela resolveu apresentá-lo sozinha e online. “Adaptei o espetáculo que não chegou a estrear por causa da pandemia. Virou um espetáculo solo e transformei um quarto da minha casa em sala de apresentação“, comenta Litta.

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A peça fala sobre quem foi Maria Felipa, Maria Quitéria, Aracy de Carvalho e Margarida Maria Alves, mulheres que fizeram história, guerreiras, fadas madrinhas e sementes. “O espetáculo infantil “Heroínas na História” conta a história dessas mulheres que salvaram vidas, lutaram em batalhas e conquistaram direitos. No espetáculo é possível conhecer a história de maneira lúdica e divertida“, explica Litta Mogoff.

O universo infantil está repleto de heróis, e a proposta da Circulação “heroínas na História” é povoar esse universo com heroínas, mulheres reais e notáveis. Na peça um livro gigante é aberto, de dentro dele sai a atriz que escreve as histórias guiada pela linha do tempo. “Começamos com a história de Maria Quitéria, uma mulher tão antiga que viveu no Brasil quando ele pertencia ao Reino Unido de Portugal e se tornou a primeira mulher no exército brasileiro. As páginas vão sendo escritas até chegar em nossas avós e as lembranças que temos delas“, declara. 

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O espetáculo é online e vai estrear no dia 09/05 Dia das Mães, e busca maneiras de interagir com o público, contando histórias de maneira lúdica. Litta Mogoff resolveu falar sobre mulheres por sentir que elas são sempre menos representadas. “Como mulher, educadora e atriz poucas vezes fui apresentada a personagens femininas marcantes e reais. Durante minha pós-graduação na USP iniciei estudos sobre memória social e passei a conhecer a vida de diversas mulheres que marcaram a História e infelizmente essas personagens são negligenciadas, preteridas em relação aos personagens masculinos. Então o espetáculo apresenta quatro dessas mulheres, que julgo essenciais para a história nacional“, finaliza.

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