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Vítima de estupro no ambiente de trabalho, em Volta Redonda, Região Sul Fluminense, uma jovem de 21 anos foi desligada da empresa ao voltar de licença. O caso aconteceu na Usina Presidente Vargas, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), onde o acusado, superior hierárquico da vítima na empresa, foi preso em flagrante no dia do crime.

Segundo a CSN, a vítima foi desligada da companhia porque seu contrato como jovem aprendiz, que era temporário, chegou ao fim. A família da jovem, por sua vez, diz que sem o plano de saúde da empresa não conseguirá arcar com os custos do acompanhamento médico que ela vem fazendo.

“Ela está sendo tratada por psicólogo e psiquiatra. Sem o benefício, a família não terá condições de dar prosseguimento ao tratamento, que é caro. Mas ela ainda precisa muito”, diz uma amiga, que pediu para não ser identificada.

O crime aconteceu no dia 24 de outubro de 2019. Segundo a Polícia Civil, a vítima procurou a Deam de Volta Redonda naquela tarde relatando ter sido estuprada por seu superior dentro de um galpão da usina. Os policiais compareceram ao local, recolheram provas e prenderam o acusado.

Segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), o acusado, de 38 anos, continua preso. Já a CSN disse que o contrato da jovem terminou em novembro. E que, após o término do afastamento determinado pelo INSS, em 28 de fevereiro, ela foi comunicada sobre o término do contrato. A empresa, porém, não respondeu se irá prestar assistência à vítima.

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