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No Brasil foi registrado uma “ligeira” redução nas taxas de mortalidade pela Covid-19 nas últimas duas semanas, mas a incidência de casos se mantém elevada, assim como os valores de positividade dos testes para diagnóstico da doença. As informações são do mais recente boletim do Observatório Covid-19 da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira, 13.

Mas, pesquisadores afirmam que o conjunto de indicadores que que vêm sendo monitorados pelo Observatório Covid-19 mostram que ainda há uma intensa circulação do vírus. “A pandemia pode permanecer em níveis críticos ao longo das próximas semanas, além de dar oportunidade para o surgimento de novas variantes do vírus devido à intensidade da transmissão”, informa o boletim.

De acordo com a Fundação, entre os dias 3 e 10 de maio, as taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) apresentaram quedas “relevantes” na região Norte, com o Acre e o Amazonas deixando a zona de alerta. Minas Gerais e Espírito Santo saíram da zona de alerta crítico. O Rio de Janeiro, que entrou na zona crítica um pouco mais tarde do que os outros estados da região nessa fase recente da pandemia, agora é o único que permanece nela.

Sete estados ainda encontram-se com taxas de ocupação iguais ou superiores a 90%: Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Paraná e Santa Catarina. E a mesma ocupação elevada foi observada em sete capitais: Porto Velho (92%), Teresina (96%), Natal (92%), Aracajú (99%), Rio de Janeiro (93%), Curitiba (92%) e Goiânia (92%).

“O número de casos aumentou ligeiramente, a uma taxa de 0,3% ao dia, enquanto o número de óbitos por Covid-19 foi reduzido a uma taxa de -1,7% ao dia, mostrando uma tendência de ligeira queda, mas ainda não representa uma tendência de contenção da epidemia”, informa a Fiocruz.

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