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A Polícia Civil está na busca da mulher que ateou fogo no marido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em novembro do ano passado. Juntos há 4 anos o casal Cleiton da Silva Gomes, de 37 anos, e Érica da Silva, de 21, parecia um casal feliz pois publicavam fotos juntos nas redes sociais.

Diante de uma pandemia mundial, os casos de violência doméstica têm crescido exponencialmente, não somente no Brasil, mas também em diversos países. Um problema antigo e colossal dentro da cultura brasileira que persiste até hoje, atingindo os mais variados lares no Brasil, não distinguindo a classe social, a cultura, a religião ou nível educacional aos quais se inserem. Lendo o tópico, é comum ligar a questão da violência doméstica como um estigma que afeta as mulheres de uma forma predominante.

Dada a cultura sexista presente em nossa sociedade, muitas pessoas pensam que não há crime quando a mulher agride o seu companheiro, uma vez que a Lei Maria da Penha, que trata predominantemente sobre violência doméstica, defende apenas a figura da mulher em situação de violência (não pretendendo exaurir as teses sobre mulheres transgênero, casais homoafetivos e afins). De fato, o bem tutelado por essa lei é a saúde e a integridade física da figura da mulher dentro das relações domésticas ou quando há uma ligação com sua qualidade por ser mulher.

Baseado nisso, realmente não é crime agredir o companheiro? Seria uma prática tolerável na sociedade uma vez que o homem é um ser, fisicamente, mais forte e capaz de suportar tais agressões? As respostas para ambos os questionamentos são negativas, ou seja, é crime a agressão e a violência doméstica contra o homem, porém, o tema é tratado de forma geral, com base no Código Penal e possuí suas diferenças em relação à violência praticada contra a mulher.

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