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Monitoramento feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra que as taxas de isolamento no estado não atingiram patamares considerados ideais para reduzir a propagação do novo coronavírus.

No último dia 12, o estado registrou a menor taxa desde que as medidas restritivas começaram a ser adotadas. Apenas 38,2% das pessoas não se deslocaram.
A maior taxa de isolamento foi 64,1%, verificada no dia 22 de março, um domingo após a primeira semana de implementação de medidas como a suspensão das aulas, fechamento de teatros e cinemas, divulgadas no dia 13 de março.

A taxa de isolamento ideal seria acima de 70%.Um estudo da Universidade Federal de Alagoas apontou em abril que, embora a referência mundial para controle da epidemia fosse de 70% de pessoas em distanciamento social e 30% expostas com a manutenção dos serviços essenciais. No Brasil, a taxa de 75% seria necessária para evitar mortes, principalmente, nas regiões onde o sistema de saúde é mais vulnerável.

“Do ponto de vista geral de comportamento, diria que isolamento social não existiu de fato. Existiu um comportamento muito elogiável de parte da população, que entendeu a gravidade da situação, se protegeu e protegeu o semelhante.Mas, no geral, não se percebeu esse isolamento”, diz o professor do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ), Guilherme Horta Travassos.

“Do ponto de vista geral de comportamento, diria que isolamento social não existiu de fato. Existiu um comportamento muito elogiável de parte da população, que entendeu a gravidade da situação, se protegeu e protegeu o semelhante.Mas, no geral, não se percebeu esse isolamento”, diz o professor do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ), Guilherme Horta Travassos.

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