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O Rio de Janeiro superou o estado de São Paulo e se tornou, na última quinta-feira (04), o município do país com mais número de mortes provocados pela doença.

A capital mais populosa do país, acumulava 17.523 óbitos desde o início da pandemia, o Rio somava 17.535. Das 33 regiões administrativas da cidade, 33 estão em alto risco para a covid, ou seja, a situação não está nada fácil. A ocupação da UTIs já chegou em 87%.

O motivo deste número alto, é a quantidade de pessoas se aglomerando em festas, bares, praias, como se tudo estivesse normal.

Na Baixada Fluminense a situação das aglomerações é vista como se fosse algo normal, a prefeitura não fiscaliza e a contaminação só aumenta. Em Queimados, que fica na Baixada Fluminense, quase todo final de semana, se ouve falar em festas e lugares com um número alto de pessoas aglomeradas sem nenhuma medida de segurança contra a covid-19.

O carnaval foi suspenso, mas será que a população vai ter consciência de que o momento não é de se fazer festas? Infelizmente, a falta de fiscalização e a falta de prudência da população, pode levar o estado a uma situação de mais calamidade. A nova sepa da doença está circulando no país.

O prefeito Eduardo Paes participou, nesta sexta-feira (05/02), da divulgação do quinto Boletim Epidemiológico da Covid-19, no Centro de Operações Rio (COR), na Cidade Nova. Diante de mais uma semana em que o Rio se manteve com alto risco para a doença, Paes pediu, novamente, a colaboração da população no enfrentamento ao coronavírus, principalmente durante o carnaval, evento já oficialmente cancelado na cidade. E fez o seguinte apelo:

“Vamos segurar um pouco. Peço àquelas pessoas que pretendem participar de festas, bailes de carnaval não regularizados e autorizados, que não caiam nessa conversa, essas festas não vão se realizar. Vamos agir muito forte para impedir que as pessoas se matem”

Será que os prefeitos da Baixada também terão este mesmo comportamento?

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