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Estados e municípios terão autonomia para determinar quais grupos prioritários devem ser vacinados antes contra a covid-19, o que inclui os trabalhadores em transportes, mas ainda não há uma data definida para que estes profissionais sejam imunizados.

A informação é do Ministério da Saúde em resposta ao Diário do Transporte que mostrou que sindicatos de trabalhadores e empresários dos segmentos de cargas e passageiros cobram um cronograma de vacinação para se organizarem do ponto de vista logístico e diante dos riscos que motoristas de ônibus, caminhoneiros, metroviários, entre outros profissionais estão expostos.

Relembre:

A nota diz que a orientação é seguir um plano definido pelo Ministério, mas que dependendo da realidade de cada região, os prefeitos e governadores podem decidir.

A pasta orienta que seja seguido o Plano de Operacionalização, entretanto, cabe ressaltar que o SUS é tripartite e, portanto, estados e municípios têm autonomia para estabelecerem a ordem de vacinação dentro das peculiaridades de cada localidade.

Assim, se alguma gestão local entender e justificar que para a saúde coletiva seja recomendável colocar os trabalhadores em transportes antes de outras categorias profissionais que também são prioritárias, poderão tomar essa iniciativa por conta própria.

Ainda na resposta ao Diário do Transporte, o Ministério da Saúde informou que não há datas definidas ainda porque o início da imunização de cada grupo dependerá da quantidade de vacinas disponíveis e que o cronograma de vacinação deverá ser constantemente atualizado.

Veja a nota na íntegra:

O Ministério da Saúde esclarece que os trabalhadores de transporte estão incluídos no grupo prioritário, dividido em quatro fases. Cabe ressaltar que, conforme descrito no Plano Nacional de Operacionalização de Vacinação contra a Covid-19, a programação para o início da imunização de cada fase depende do quantitativo de doses entregues pelos laboratórios fornecedores de vacinas aprovadas pela Anvisa.

 No entanto, este cronograma deverá ser constantemente atualizado, uma vez que dependerá de vacinas disponíveis e das recomendações de suas bulas.

 A pasta orienta que seja seguido o Plano de Operacionalização, entretanto, cabe ressaltar que o SUS é tripartite e, portanto, estados e municípios têm autonomia para estabelecerem a ordem de vacinação dentro das peculiaridades de cada localidade.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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