POLICIAIS MILITARES DO 15¤ BPM ENCONTRAM FAMÍLIA DA IDOSA QUE TAVA PERDIDA EM SANTA CRUZ DA SERRA

Alzheimer pode ter sido um dos fatores que levaram Dn. Mariza não conseguir retornar para casa.

Da esquerda para direita: familiares, Dn. Marisa e o Cb Colares e o Sd Fabiano - Foto: Divulgação
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RIO DE JANEIRO – A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro através dos policiais do 15º BPM, Cb Colares e Sd Fabiano,  seguiam nesta última Quarta-feira (8),  em patrulhamento para coibir o roubo de veículos, e roubos de rua e demais ilícitos na Av. Automóvel Clube, altura da Calçada da Fama por volta das (19h40min), foram informados por pessoas que passavam pela rua  que uma senhora sofria de “Alzheimer” e não estava conseguindo chegar em sua residência, de imediato os militares se prontificaram a ajudar. Com vagas lembranças do endereço Dn. Marisa que aparentemente sofre de “Alzheimer” conseguiu informar o nome da rua e o bairro em que morava, que seria em  Jardim Primavera, Duque de Caxias na Baixada Fluminense do Estado.

Os Policiais foram até o local e conseguiu encontrar familiares da mesma, deixando aos cuidados e em segurança,  ” Dn. Mariza de Pádua Costa da Silva”   que é moradora da rua Paraná no Jardim Primavera em Duque de Caxias. Esta senhora teve um final feliz graças a ajuda dos Policias Militares que se encontravam patrulhando as ruas perigosas do Rio de Janeiro.

– Casos de Alzheimer vão dobrar até 2030, prevê associação

A estimativa é de que a doença atinja hoje 1,2 milhão de pessoas com mais de 65 anos no Brasil. E o número de casos vai mais que dobrar até 2030.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que o número de casos de demência entre os idosos irá mais que dobrar até 2050. Na América Latina, o crescente envelhecimento da população pode fazer esse aumento ultrapassar os 500%. Entre as doenças que provocam demência na população idosa, o Alzheimer é a mais comum.

A estimativa é de que a doença atinja hoje 1,2 milhão de pessoas com mais de 65 anos no Brasil. E o número de casos vai mais que dobrar até 2030, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

As informações foram divulgadas por especialistas em conjunto com o lançamento de uma série de vídeos da entidade, cujo objetivo é alertar a população para a necessidade de um diagnóstico precoce da doença. O material se destina a cuidadores e familiares, mas deve servir de base para uma proposta de campanha pública que a Abraz pretende levar ao governo.

No País, mais da metade dos idosos brasileiros com Alzheimer ainda não sabe que possui a doença e, entre os pacientes diagnosticados, apenas um em cada quatro recebem o tratamento adequado.

“Em todo o mundo, há um aumento de 4,6 milhões casos de Alzheimer por ano, sendo que menos de 50% dos pacientes com a doença têm o diagnóstico. Dessa parcela, novamente apenas metade recebe o tratamento, que frequentemente é insuficiente. Essa também é a realidade do Brasil”, afirma o neurologista da Escola Superior de Medicina de São Paulo da Unifesp, Paulo Bertolucci.

A doença de Alzheimer (DA) é descrita clinicamente como uma demência degenerativa primária. Devido ao acúmulo anormal de uma proteína existente no cérebro, a DA provoca a formação de placas senis que prejudicam a atividade dos neurônios (as sinapses) e ocasionam a morte dessas células. O principal sintoma da doença é a perda progressiva das funções mentais.

“A doença não tem cura, mas o tratamento nas fases iniciais da doença pode postergar em anos os sintomas e complicações “, afirma Fernanda Paulino, presidente da Abraz.

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