Nos ajude a espalhar essa matéria entre seus amigos e grupos em que você participa.

Na manhã de ontem, 10, a Polícia Civil e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, cumpriram 22 mandatos de busca e apreensão e entre os alvos estava o prefeito Marcello Crivella. A operação denominada “QG da Propina” apura denúncias de organização criminosa e um esquema de corrupção na administração municipal carioca, que teria a Riotur, empresa de turismo do município, como canal para o pagamento de propina. 

O prefeito teve um de seus celulares apreendido na operação, que aconteceu em sua casa na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, além de um pendrive que estava no gabinete do Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul da capital.

As investigações têm como base a delação premiada do doleiro Sérgio Mizrahy, preso na operação “Câmbio, Desligo”, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. Segundo o doleiro, em depoimento no final de 2019, o empresário Rafael Alves, que não tem cargo na Prefeitura, mas é próximo de Crivella, era responsável pela liberação de verbas para empresas mediante pagamento de propina.

Nos ajude a espalhar essa matéria entre seus amigos e grupos em que você participa.

Comentários no Facebook