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Carnaval não teve, mas o samba resiste. E uma prova disso é o “1° Concurso Carioca de Samba no Pé”, que terá suas inscrições abertas no próximo dia 15 de março – elas vão até 15 de abril. Realizada de forma remota (com previsão de uma final presencial, com transmissão ao vivo pelo YouTube), a competição vai premiar os melhores na arte de sambar, nas categorias, Masculino, Feminino, LGBTQIA+ e Plus Size. As inscrições podem ser feitas pelo site http://sambanope.gruporjbproducoes.com.br/ através do formulário https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeOI0PxFhlBB0Y-Jep1_enx41e9dL_fcEGL4JC3-XJvklpo9w/viewform.

O projeto foi viabilizado via Lei Aldir Blanc e contemplado em edital da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Os vencedores serão escolhidos pelo voto popular. O Concurso terá uma eliminatória (online), quando serão escolhidos cinco candidatos mais votados por categoria. Os vinte semifinalistas disputarão a grande final, num evento presencial que ocorrerá na quadra do Salgueiro no dia 24 de abril. Por conta da pandemia, o concurso será fechado ao público. Somente quem vai trabalhar e participar do concurso poderá estar no local, pronto para abrigar o evento com todos os requisitos sanitários contra o Coronavírus. Mas tudo será transmitido ao vivo pelo YouTube.

Os campeões de cada categoria ganharão o prêmio em dinheiro no valor de R$ 2 mil cada e troféu, que receberá o nome de alguns dos maiores artistas da arte do samba no pé do nosso carnaval. E todos os participantes receberão o certificado de participação do “1º Concurso Carioca de Samba no Pé – Lei Aldir Blanc”.

A direção geral do evento será do mestre Haroldo Costa. O produtor e idealizador Robson Lo Bianco adianta que esse é apenas um de uma série de projetos que serão lançados em 2021, todos ligados à cultura popular: “Teremos a primeira “História do Samba do RJ em Quadrinhos”, com texto de Haroldo Costa e desenhos de Ykenga; um Concurso Estadual de Samba de Terreiro, um Concurso Estadual de MPB, um Concurso para eleger o melhor tocador de Repique do Estado e o projeto Uma Desconstrução de Ser e Tempo no Carnaval Carioca Através da Fotografia” lista o produtor, lembrando que todos foram viabilizados pela Lei Aldir Blanc.

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