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Seminário internacional vai avaliar as experiências internacionais, principalmente em Israel e no Canadá, da liberação do plantio da cannabis, a popular maconha, para fins medicinais. O secretário de Relações Internacionais da Câmara, deputado Alex Manente (Cidadania-SP), acredita que a sociedade brasileira já está amadurecida para entender a necessidade de permitir o estabelecimento de uma cadeia produtiva que tenha como objetivo a disponibilização de insumos para a fabricação de medicamentos a partir do cannabidiol, substância encontrada na planta.

O parlamentar observa que, atualmente, milhares de famílias de crianças com epilepsia e pessoas com Alzheimer encontram no canabidiol a melhor resposta terapêutica mas, sem uma situação regularizada no país, acabam pagando muito caro pela importação de produtos, ou então utilizam a produção nacional irregular, que não tem controle sanitário.

A liberação do cultivo no Brasil, segundo ele, vai baratear o custo final para os consumidores, garantir a legalização da produção somente para fins medicinais, e ainda gerar emprego e renda em regiões como o Nordeste, que tem áreas com clima propício para o desenvolvimento dos pés de maconha.

Mas Alex Manente reitera que o projeto em discussão na Câmara não libera o plantio para uso recreativo, inclusive porque o texto da proposta estabelece critérios rígidos para a autorização da plantação e acompanhamento de todo o processo de produção dos medicamentos.

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