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Após rolar por mais de seis anos na justiça, um processo por traição finalmente tem um verdito. A noiva traída, entrou com uma ação na justiça, em 2014, cobrando reparação pelos danos morais causados e também pelos gastos feitos para a realização da cerimônia. A indenização por danos morais foi negada.

Mas, por sua vez, a indenização por danos materiais foi determinada pelo magistrado considerando que o “traidor” não foi capaz de provar que houve repartição igualitária dos gastos para a realização do casamento e da manutenção da casa onde o casal residia, argumento feito pela defesa. O entendimento foi acompanhado pelos desembargadores Alexandre Marcondes e Ana Maria Baldy.

Em votação unânime a 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão que condenou o homem a ressarcir sua ex-noiva, pelos danos materiais, pagando-a o valor de R$ 33 mil reais. O casal ficou junto por sete anos antes de oficializar a união.

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