Um dos maiores Museus de antropologia do planeta é destruído em incêndio

Localizado no Rio de Janeiro, o Museu da Quinta da Boa Vista guardava relíquias da história do Brasil. Foram perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento.

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Chamas no Museu Nacional do Rio de Janeiro - Marcelo Sayão/EFE/direitos reservados/Agência Brasil
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ZONA NORTE – O Rio de Janeiro já está quase falido em meio a tanta corrupção e violência, nesta segunda acabou de entrar em falência, a tristeza tomou conta da sociedade cientifica e histórica Carioca. Uma tragédia, já anunciada anteriormente, destruiu a mais antiga instituição científica do país, o Museu Nacional, há um mês atrás, uma “vaquinha”foi feita na internet para reforma do Museu. Com mais de 200 anos de história a instituição foi residência de um Rei e dois Imperadores, Dom. João XVI, D. Pedro I e D. Pedro II.

O fogo iniciou-se após o fechamento ao público, por volta das 19h30 e ainda não se sabe o que provocou o incêndio. Cerca de 20 milhões de itens, que fazia parte do acervo, foi totalmente destruída, fósseis, múmias, registros históricos e obras de arte viraram cinzas.

“incalculável para o Brasil a perda do acervo do Museu Nacional. Foram perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento. O valor p/ nossa história não se pode mensurar, pelos danos ao prédio que abrigou a família real durante o Império. É um dia triste para todos brasileiros”Disse o presidente Michel Temer na noite deste domingo pelas redes sociais.

Com mais de dez mil metros quadrados, o espaço era a mais antiga instituição científica do Brasil e o maior museu de história natural e antropológica da América Latina.
Para restaurar todo o palácio seria necessário cerca de R$ 300 milhões e o diretor do Museu Nacional, Alexandre Kellner, ressaltou que o local estaria sofrendo com a falta de verba.

Funcionários e pesquisadores fazem vigília em frente ao Museu Nacional

Às 23h, o incêndio ainda não estava controlado. Causa será investigada. Oficialmente, o Corpo de Bombeiros informou que ainda não há dados sobre as causas do incêndio, que serão investigadas. Homens de vários quartéis do Rio e da Baixada trabalharam na operação. O Incêndio começou por volta das 19h e às 2h da manhã, as chamas não estavam controladas, praticamente virou toda a madrugada, funcionários do museu relatavam dificuldades dos bombeiros na obtenção de água para apagar as chamas. Como o museu está em uma colina, no parque nacional, houve uma série de limitações para o fornecimento de água –  Parágrafo com direitos reservados à Renata Giraldi – Repórter da Agência Brasil

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